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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ronaldo, eterno Fenômeno

Acabou a pouco a entrevista coletiva de Ronaldo Fenômeno anunciando o fim de sua carreira no futebol profissional.
Acompanhado dos filhos, Ronaldo muito emocionado falou de sua trajetória, relembrou momentos marcantes, falou da luta para suportar as dores constantes que sente, de um problema no metabolismo de seu corpo que dificulta o controle de peso e falou também dos planos futuros.
Perguntado sobre dois momentos mais marcantes da sua trajetoria no futebol, Ronaldo que foi eleito tres vezes o melhor jogador de futebol do mundo, apontou a conquista da copa de 2002 e a participação como mais um louco dentro do bando de loucos de corinthianos, referencia às vezes em que esteve no estádio torcendo para o corinthians.
Em determinado momento Ronaldo pediu desculpas aos torcedores e a direção do corinthians pela desclassificação na libertadores se dizendo culpado por ter falhado no projeto libertadores.
Falando de forma pausada e com muita humildade respondeu aos jornalistas e quando lhe foi perguntado se o corinthians sabia desde o começo do problema que dificultava seu emagrecimento, foi enfático, "sempre soube", respondeu.
Aos 34 anos de idade Ronaldo se afasta oficialmente dos gramados e consequentimente, deixa muita saudade no coração de qualquer amante do futebol mundial.
Independente do tipo de contrato que tenha feito com o corinthians, em hipótese alguma foi o culpado pela eliminação da libertadores, o fato de fazer parte da equipe não o faz o único responsável pelas derrotas, assim como não o fêz responsável sozinho pelas conquistas que foram esquecidas pelos baderneiros que se dizem torcedores.
Problemas de saúde à parte, fica a questão: Será que o Ronaldo teria tomado essa decisão agora, se a torcida tivesse se comportado como torcida e não e não como vândalos após a eliminação na copa libertadores?
A verdade é que jogadores consagrados não teem porque ficar passando por humilhações e chingamentos de torcedores doentes.
Ronaldo já deixou saudade mas será sempre o eterno fenômeno.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Corinthians, Ronaldo, Roberto Carlos, torcedor; acabou o amor

Basta recordar a formação de alguns times que fizeram boas campanhas em torneios regional ou nacional, para perceber que essas equipes eram montadas basicamente com jogadores formados na agremiação.
O São Paulo, que está sempre lançando novos jogadores e geralmente faz boas campanhas nos campeonatos que disputa, o Santos dos últimos anos, e até mesmo o Corinthians recentimente, todos esses times quando se destacaram em alguma competição tinham em suas formações muitos jogadores lançados das equipes de base.
A compra de jogadores famosos implica em investimento geralmente muito alto para o clube, em uma responsabilidade que se transforma em um peso enorme nas costa do atleta contratado, e cria no torcedor uma esperança que nem sempre se confirma em campo. Além é claro, da ciumeira que invariavelmente acaba surgindo por parte de algum atleta que se sente injustiçado.
Naturalmente nem tudo é negativo na compra dos famosos. O marketing e o retorno financeiro que isso gera para a agremiação, o prazer do torcedor em ter um grande ídolo fazendo parte do seu time do coração e a esperança gerada no clube e na torcida, de ter uma equipe vencedora, tudo isso, por algum tempo é real, é verdadeiro e é alcançado com sucesso. Mas em longo prazo se os resultados não continuarem acontecendo, toda esperança do torcedor e dos dirigentes vai se reduzindo como num marcador de tempo, até se tornar negativa, e então, o grande amor que de inicio a torcida dedicou ao ídolo, aos pouco vai se tornando ódio.
Equipes formadas por ídolos consagrados dão muito certo na Europa, porque são montadas só com craques no auge da carreira e com salários muito próximos. A diferença em relação às equipes brasileiras é que se trata da repatriação de ídolos isolados, geralmente em fim de carreira, e com o peso de liderar a equipe.
Todo aquele amor com que os torcedores do Corinthians receberam Ronaldo e Roberto Carlos não acabou de repente; apenas não resistiu à frustração diante da ausência de resultados sonhados quando da chegada dos dois ídolos. Como o sonho maior do torcedor corinthiano é a conquista da copa libertadores, a eliminação da equipe ainda na repescagem foi a gota d’água, foi o último grão de areia que passou para a parte inferior do contador de tempo.
É o mesmo risco que corre hoje o Flamengo com a contratação do Ronaldinho Gaúcho. Diferente da contração do Rivaldo pelo São Paulo que não teve tanto marketing nem tanta repercussão na mídia, a contratação do Ronaldinho pelo Flamengo aconteceu depois de uma novela que durou quase um mês, e a decisão do jogador de escolher o Flamengo coloca sobre suas costas um peso muito maior do que seria se ele tivesse optado pelo Grêmio, time que o formou.
Para o torcedor o que importa são as vitórias e as conquistas; na ausência delas, só o verdadeiro torcedor entende, cobra, mas mantém o respeito pelo time e pelos atletas.
O que é totalmente reprovável é o comportamento de alguns torcedores diante de resultados disfavoráveis. A depedração e o desrespeito de qualquer cidadão contra o patrimônio, que seja privado ou público, não pode ser visto como uma reação normal.
Amar ou odiar é comum ao ser humano. Violência só é comum aos animais selvagens.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tragédia no Rio de Janeiro, o Planeta contrataca

Mais uma vez o Rio de Janeiro sofre as conseqüências da fúria da natureza. A exemplo de 2010 quando diversos moradores e turistas perderam a vida ou ficaram desabrigados em Angra dos Reis e Paraty na passagem de ano, em razão das fortes chuvas que causaram grandes deslizamentos de terra na região.
Agora em 2011 a população até pôde comemorar a chegada do ano novo sem problemas. O que ninguém sabia é que para muitos, aquela seria a última comemoração de suas vidas.
Dessa vez, os Municípios mais atingidos foram, Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, no entanto, existem vitimas e desabrigados em pelo menos sete municípios da região serrana.
Da madrugada do dia 11 até hoje, o número de mortos só tem aumentado. Os órgãos oficiais do Estado que estão recolhendo os corpos e fazendo a identificação das vítimas já estão divulgando como números oficiais de mortes, próximo de 600 pessoas. Mas apenas em uma área onde houve deslizamento de terra, as equipes de resgate acreditam que ainda há mais de 30 pessoas soterradas.
Segundo tem sido divulgado na mídia, esse já é o maior número de vitimas em um acidente natural no Brasil.
Há pouco mais de seis meses foi a região Nordeste que sofreu com chuvas e enchentes devastadoras.
Recentemente Santa Catarina passou por situação semelhante. São Paulo todo ano nessa época enfrenta problemas com inundações, como a que está ocorrendo na Cidade de Mairiporã.
Minas Gerais também passa por dificuldades com as chuvas, o que tem se repetido todos os anos.
Ironicamente no Rio Grande do Sul, parte do estado também sofre com as chuvas, porém outras regiões gaúchas sofrem com a falta de chuva.
Nada disso é privilégio do Brasil ou dos brasileiros. A China passou por enchentes recentemente, a Austrália enfrenta situação semelhante, os Estados Unidos sofre com o excesso de neve, enfim, o Planeta contrataca.
Com tudo, o Brasil é um país privilegiado, temos problemas climáticos que de certa forma são pequenos diante dos vividos por outros países. Aqui não temos vulcões, terremotos, tornados, maremotos, nevascas, e tantos outros fenômenos naturais.
Nosso maior problema talvez seja o descaso e/ou descompromisso dos políticos que estão sempre mais preocupados com seus próprios salários que com a criação de projetos que atendam as necessidades básicas dos cidadãos; somados à irresponsabilidade da população que mesmo conhecendo os riscos de certas regiões, insistem em arriscar a própria vida. Nenhuma necessidade é maior que a preservação da própria vida e da vida de pessoas indefesas como crianças e idosos.
Diante de catástrofes como essa do Rio de Janeiro, é comum no Brasil se procurar alguém para culpar. Quase sempre se culpa o estado, então, em alguns casos, o estado paga às famílias das vitimas um “cala boca” em forma de indenização, tirada do próprio contribuinte, e se esquece o caso até que nova tragédia aconteça.
Como essas tragédias teem ocorrido com mais freqüência e em diversas regiões do Planeta, me faz crer que cada um de nós tem sua parcela de culpa, e que o Planeta está apenas reagindo, como qualquer um reage ao ser atacado.
Posso parecer frio, mas, para quem se foi, que descanse em paz, e para que ficou, que não descanse se quiser ter paz.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

ANO NOVO, Começa tudo denovo

Que bom que começa tudo denovo!

Fim de férias para alguns, fim de festa para outros, início de festa para muitos.
A rotina apenas se repete.
Começa o ano e para o tempo, apenas continua a sequencia da rotina.
É como se fossemos o centro de um relógio aonde os números são os meses e nós os ponteiros. Nossos olhos, holofotes que iluminam o que queremos enxergar em cada mês que focalizamos. Cada mês com seu evento exclusivo. Mais importante para uns, menos importante para outros, mas cada um com sua proposta de satisfação a oferecer aos apreciadores.
Janeiro está apenas começando e muita gente já o esperava faz um ano, para comemorar e se divertir com a folia de reis. Vem os inícios das competições esportivas, o carnaval que nesse ano será em março, mas para os amantes dessa festa, os preparativos já começaram há quase um ano. Depois, lembrando apenas os acontecimentos mais populares, aqueles que a mídia não nos deixa esquecer, vem a pascoa, o mes das noivas, que em algumas regiões do Brasil marca o inicio das festas juninas, as próprias festas juninas com suas quermesses, o chamado mês de cachorro louco, lembrando-nos para vacinarmos nossos amigos e amigas, veem as comemorações da Independência, o dia das crianças, finados... poxa, acabou o ano... e lá vamos nós novamente às compras para esperar a chegada do ANO NOVO.
Apesar da década ter começado mesmo em 2010, esse ano de 2011 por ter o final (1), nos dar a impressão de ser ele o marco de início da nova decáda. E são muitas as expectativas nesse novo ano. Para alguns países, expectativas de recuperação da economia, para outros, de continuidade do crescimento economico, e tem também aqueles que passaram por destruição por fenômenos naturais e/ou por guerras e esperam por dias melhores.
No Brasil, com novo governo, essas expectativas só não são maiores porque acredita-se na continuidade do governo anterior. Mas, elas estão direcionadas à nova experiência a qual o país inicia, que é ter por a primeira vez em seu comando, a figura de uma mulher. Particularmente, com todo respeito à Presidente Dilma Roussef, que aprendi a admirar após conhecer um pouco mais sua história, é uma mulher mais homem que muitos homens que existem por aí.
É muito mais tranquilo suceder alguém que está em baixa, e nesse caso, talvez seja esse o grande obstáculo que a Presidente Dilma terá pela frente, manter por ela, a mesma simpatia que a população tem pelo ex-presidente Lula.
Como o próprio Lula diz, "nunca na história desse país" houve um presidente que tenha deixado o governo com tamanha aceitação popular. E como se costuma dizer que "a voz do povo é a voz de Deus", com quase noventa por cento de aprovação no final do mandato, a aprovação do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser considerada uma unanimidade nacional.
O que se espera é que esse não seja apenas um ano novo, mas que seja um novo ano.
Que cada pessoa tenha um novo projeto nesse inicio de ano, e uma nova realização no final dele.
UM PRÓSPERO E FELIZ 2011.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Veja quem votou a favor e quem votou contra o reajuste do salário dos Deputados

Acre (AC)
Flaviano Melo (PMDB) Sim
Henrique Afonso (PV) Não
Sergio Petecão (PMN) Sim
Total Acre: 3

Alagoas (AL)
Antonio Carlos Chamariz (PTB) Sim
Benedito de Lira (PP) Sim
Francisco Tenorio (PMN) Sim
Givaldo Carimbão (PSB) Sim
Joaquim Beltrão (PMDB) Sim
Maurício Quintella Lessa (PR) Sim
Total Alagoas: 6

Amapá (AP)
Evandro Milhomen (PCdoB) Sim
Janete Capiberibe (PSB) Sim
Jurandil Juarez (PMDB) Sim
Sebastião Bala Rocha (PDT) Sim
Total Amapá: 4

Amazonas (AM)
Átila Lins (PMDB) Sim
Rebecca Garcia (PP) Sim
Silas Câmara (PSC) Sim
Total Amazonas: 3

Bahia (BA)
Alice Portugal (PCdoB) Sim
Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) Sim
Claudio Cajado (DEM) Sim
Colbert Martins (PMDB) Sim
Daniel Almeida (PCdoB) Sim
Edson Duarte (PV) Sim
Fábio Souto (DEM) Sim
Félix Mendonça (DEM) Sim
Geraldo Simões (PT) Sim
João Carlos Bacelar (PR) Sim
João Leão (PP) Sim
Jorge Khoury (DEM) Sim
José Carlos Aleluia (DEM) Sim
José Carlos Araújo (PDT) Sim
José Rocha (PR) Sim
Luiz Alberto (PT) Sim
Luiz Bassuma (PV) Não
Márcio Marinho (PRB) Sim
Marcos Medrado (PDT) Sim
Mário Negromonte (PP) Sim
Maurício Trindade (PR) Sim
Nelson Pellegrino (PT) Sim
Paulo Magalhães (DEM) Sim
Roberto Britto (PP) Sim
Sérgio Barradas Carneiro (PT) Sim
Sérgio Brito (PSC) Sim
Severiano Alves (PMDB) Sim
Uldurico Pinto (PHS) Sim
Veloso (PMDB) Sim
Walter Pinheiro (PT) Sim
Zezéu Ribeiro (PT) Sim
Total Bahia: 31

Ceará (CE)
Aníbal Gomes (PMDB) Sim
Ariosto Holanda (PSB) Sim
Eugênio Rabelo (PP) Sim
Flávio Bezerra (PRB Sim
José Guimarães (PT) Sim
Paulo Henrique Lustosa (PMDB) Sim
Zé Gerardo (PMDB) Sim
Total Ceará: 7

Distrito Federal (DF)
Alberto Fraga (DEM) Sim
Augusto Carvalho (PPS) Não
Jofran Frejat (PR) Sim
Magela (PT) Não
Tadeu Filippelli (PMDB) Sim
Total Distrito Federal: 5

Espírito Santo (ES)
Camilo Cola (PMDB) Sim
Capitão Assumção (PSB) Não
Jurandy Loureiro (PSC) Sim
Lelo Coimbra (PMDB) Não
Manato (PDT) Sim
Rita Camata (PSDB) Sim
Sueli Vidigal (PDT) Não
Total Espírito Santo: 7

Goiás (GO)
Carlos Alberto Leréia (PSDB) Sim
Luiz Bittencourt (PMDB) Sim
Marcelo Melo (PMDB) Sim
Pedro Wilson (PT) Sim
Professora Raquel Teixeira (PSDB) Sim
Roberto Balestra (PP) Sim
Total Goiás: 6

Maranhão (MA)
Davi Alves Silva Júnior (PR) Sim
Gastão Vieira (PMDB) Sim
Julião Amin (PDT) Sim
Pedro Fernandes (PTB) Sim
Pedro Novais (PMDB) Sim
Pinto Itamaraty (PSDB) Sim
Professor Setimo (PMDB) Sim
Ribamar Alves (PSB) Sim
Waldir Maranhão (PP) Sim
Zé Vieira PR (Sim)
Total Maranhão: 10

Mato Grosso (MT)
Carlos Abicalil (PT) Sim
Carlos Bezerra (PMDB) Sim
Eliene Lima (PP) Sim
Homero Pereira (PR) Sim
Thelma de Oliveira (PSDB) Sim
Valtenir Pereira (PSB) Sim
Wellington Fagundes (PR) Sim
Total Mato Grosso: 7

Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi (PT) Sim
Antonio Cruz (PP) Sim
Dagoberto (PDT) Sim
Geraldo Resende (PMDB) Sim
Marçal Filho (PMDB) Sim
Nelson Trad (PMDB) Sim
Vander Loubet (PT) Não
Waldemir Moka (PMDB) Sim
Total Mato Grosso do Sul: 8

Minas Gerais (MG)
Ademir Camilo (PDT) Sim
Aelton Freitas (PR) Sim
Alexandre Silveira (PPS) Sim
Antônio Andrade (PMDB) Sim
Antônio Roberto (PV) Sim
Aracely de Paula (PR) Sim
Bilac Pinto (PR) Sim
Carlos Willian (PTC) Sim
Ciro Pedrosa (PV) Sim
Edmar Moreira (PR) Sim
Eduardo Barbosa (PSDB) Sim
Fábio Ramalho (PV) Sim
Gilmar Machado (PT) Sim
Humberto Souto (PPS) Sim
Jairo Ataide (DEM) Sim
Jô Moraes (PCdoB) Sim
João Magalhães (PMDB) Sim
José Santana de Vasconcellos (PR) Sim
Júlio Delgado (PSB) Sim
Lael Varella (DEM) Sim
Leonardo Quintão (PMDB) Sim
Luiz Fernando Faria (PP) Sim
Márcio Reinaldo Moreira (PP) Sim
Marcos Lima (PMDB) Sim
Marcos Montes (DEM) Sim
Maria Lúcia Cardoso (PMDB) Sim
Mário Heringer (PDT) Sim
Mauro Lopes (PMDB) Sim
Miguel Martini (PHS) Sim
Narcio Rodrigues (PSDB) Sim
Odair Cunha (PT) Sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB) Sim
Paulo Piau (PMDB) Sim
Reginaldo Lopes (PT) Sim
Silas Brasileiro (PMDB) Sim
Virgílio Guimarães (PT) Sim
Vitor Penido (DEM) Sim
Total Minas Gerais: 37

Pará (PA)
Ann Pontes (PMDB) Sim
Asdrubal Bentes (PMDB) Sim
Bel Mesquita (PMDB) Sim
Beto Faro (PT) Sim
Elcione Barbalho (PMDB) Sim
Gerson Peres (PP) Sim
Giovanni Queiroz (PDT) Sim
Lira Maia (DEM) Sim
Lúcio Vale (PR) Sim
Paulo Rocha (PT) Sim
Wladimir Costa (PMDB) Sim
Zé Geraldo (PT) Sim
Zenaldo Coutinho (PSDB) Sim
Total Pará: 13

Paraíba (PB)
Armando Abílio (PTB) Sim
Luiz Couto (PT) Não
Major Fábio (DEM) Não
Manoel Junior (PMDB) Sim
Marcondes Gadelha (PSC) Sim
Rômulo Gouveia (PSDB) Sim
Vital do Rêgo Filho (PMDB) Sim
Wellington Roberto (PR) Sim
Wilson Braga (PMDB) Sim
Total Paraíba: 9

Paraná (PR)
Alceni Guerra (DEM) Sim
Alex Canziani (PTB) Sim
Alfredo Kaefer (PSDB) Não
Andre Vargas (PT) Sim
Angelo Vanhoni (PT) Sim
Assis do Couto (PT) Não
Cassio Taniguchi (DEM) Sim
Cezar Silvestri (PPS) Sim
Dilceu Sperafico (PP) Sim
Gustavo Fruet (PSDB) Não
Luiz Carlos Hauly (PSDB) Sim
Luiz Carlos Setim (DEM) Sim
Marcelo Almeida (PMDB) Não
Moacir Micheletto (PMDB) Sim
Nelson Meurer (PP) Sim
Odílio Balbinotti (PMDB) Sim
Osmar Serraglio (PMDB) Sim
Ratinho Junior (PSC) Sim
Reinhold Stephanes (PMDB) Não
Ricardo Barros (PP) Sim
Rodrigo Rocha Loures (PMDB) Sim
Takayama (PSC) Não
Wilson Picler (PDT) Sim
Total Paraná: 23

Pernambuco (PE)
Ana Arraes (PSB) Sim
Bruno Rodrigues (PSDB) Sim
Carlos Eduardo Cadoca (PSC) Sim
Eduardo da Fonte (PP) Sim
Fernando Coelho Filho (PSB) Sim
Fernando Ferro (PT) Sim
Gonzaga Patriota (PSB) Sim
Inocêncio Oliveira (PR) Não votou porque estava presidindo a sessão
José Mendonça Bezerra (DEM) Sim
Maurício Rands (PT) Sim
Pedro Eugênio (PT) Sim
Raul Henry (PMDB) Sim
Raul Jungmann (PPS) Não
Wolney Queiroz (PDT) Sim
Total Pernambuco: 14

Piauí (PI)
Átila Lira (PSB) Sim
Ciro Nogueira (PP) Sim
José Maia Filho (DEM) Sim
Júlio Cesar (DEM) Sim
Marcelo Castro (PMDB) Sim
Osmar Júnior (PCdoB) Sim
Paes Landim (PTB) Sim
Total Piauí: 7

Rio de Janeiro (RJ)
Alexandre Santos (PMDB) Sim
Antonio Carlos Biscaia (PT) Sim
Bernardo Ariston (PMDB) Sim
Carlos Santana (PT) Sim
Chico Alencar (PSOL) Não
Cida Diogo (PT) Não
Dr. Adilson Soares (PR) Sim
Dr. Paulo César (PR) Sim
Edmilson Valentim (PCdoB) Sim
Edson Ezequiel (PMDB) Sim
Eduardo Cunha (PMDB) Sim
Fernando Gabeira (PV) Não
Filipe Pereira (PSC) Sim
Geraldo Pudim (PR) Sim
Hugo Leal (PSC) Sim
Indio da Costa (DEM) Sim
Jair Bolsonaro (PP) Sim
Léo Vivas (PRB) Sim
Nelson Bornier (PMDB) Sim
Paulo Rattes (PMDB) Sim
Rodrigo Maia (DEM) Sim
Silvio Lopes (PSDB) Abstenção
Simão Sessim (PP) Sim
Solange Almeida (PMDB) Sim
Solange Amaral (DEM) Sim
Vinicius Carvalho (PTdoB) Sim
Total Rio de Janeiro: 26

Rio Grande do Norte (RN)
Henrique Eduardo Alves (PMDB) Sim
Rogério Marinho (PSDB) Sim
Total Rio Grande do Norte: 2

Rio Grande do Sul (RS)
Cláudio Diaz (PSDB) Sim
Darcísio Perondi (PMDB) Sim
Emilia Fernandes (PT) Abstenção
Fernando Marroni (PT) Sim
Germano Bonow (DEM) Sim
José Otávio Germano (PP) Sim
Luciana Genro (PSOL) Não
Luis Carlos Heinze (PP) Sim
Marco Maia (PT) Sim
Mendes Ribeiro Filho (PMDB) Sim
Osmar Terra (PMDB) Sim
Paulo Pimenta (PT) Não
Paulo Roberto Pereira (PTB) Sim
Pompeo de Mattos (PDT) Sim
Renato Molling (PP) Sim
Sérgio Moraes (PTB) Sim
Vieira da Cunha (PDT) Sim
Vilson Covatti (PP) Sim
Total Rio Grande do Sul: 18

Rondônia (RO)
Agnaldo Muniz (PSC) Abstenção
Eduardo Valverde (PT) Não
Ernandes Amorim (PTB) Não
Mauro Nazif (PSB) Não
Moreira Mendes (PPS) Sim
Total Rondônia: 5

Roraima (RR)
Angela Portela (PT) Sim
Edio Lopes (PMDB) Sim
Francisco Rodrigues (DEM) Sim
Luciano Castro (PR) Sim
Marcio Junqueira (DEM) Sim
Maria Helena (PSB) Sim
Total Roraima: 6

Santa Catarina (SC)
Angela Amin (PP) Sim
Celso Maldaner (PMDB) Sim
Décio Lima (PT) Não
João Matos (PMDB) Sim
Mauro Mariani (PMDB) Sim
Paulo Bauer (PSDB) Sim
Valdir Colatto (PMDB) Sim
Vignatti (PT) Sim
Zonta (PP) Sim
Total Santa Catarina: 9

São Paulo (SP)
Abelardo Camarinha (PSB) Sim
Aldo Rebelo (PCdoB) Sim
Antonio Bulhões (PRB) Sim
Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) Sim
Arnaldo Jardim (PPS) Sim
Beto Mansur (PP) Sim
Carlos Sampaio (PSDB) Sim
Carlos Zarattini (PT) Sim
Celso Russomanno (PP) Sim
Devanir Ribeiro (PT) Sim
Dr. Nechar (PP) Sim
Dr. Talmir (PV) Não
Dr. Ubiali (PSB) Sim
Edson Aparecido (PSDB) Sim
Emanuel Fernandes (PSDB) Não
Fernando Chiarelli (PDT) Não
Francisco Rossi (PMDB) Sim
Guilherme Campos (DEM) Sim
Ivan Valente (PSOL) Não
Jilmar Tatto (PT) Sim
João Dado (PDT) Sim
Jorginho Maluly (DEM) Sim
José C Stangarlini (PSDB) Não
José Genoíno (PT) Sim
Lobbe Neto (PSDB) Sim
Luiza Erundina (PSB) Não
Marcelo Ortiz (PV) Sim
Milton Monti (PR) Sim
Milton Vieira (DEM) Sim
Nelson Marquezelli (PTB) Sim
Paes de Lira (PTC) Não
Paulo Pereira da Silva (PDT) Sim
Paulo Teixeira (PT) Sim
Regis de Oliveira (PSC) Não
Renato Amary (PSDB) Sim
Ricardo Tripoli (PSDB) Sim
Roberto Alves (PTB) Sim
Roberto Santiago (PV) Sim
Vanderlei Macris (PSDB) Sim
Vicentinho (PT) Sim
Walter Ihoshi (DEM) Sim
William Woo (PPS) Sim
Total São Paulo: 42

Sergipe (SE)
Iran Barbosa (PT) Não
José Carlos Machado (DEM) Sim
Pedro Valadares (DEM) Sim
Valadares Filho (PSB) Sim
Total Sergipe: 4

Tocantins (TO)
Eduardo Gomes (PSDB) Sim
João Oliveira (DEM) Sim
Laurez Moreira (PSB) Sim
Lázaro Botelho (PP) Sim
Moises Avelino (PMDB) Sim
NIlmar Ruiz (PR) Sim
Total Tocantins: 6

http://www.camara.gov.br/internet/votacao/mostraVotacao.asp?ideVotacao=4510&numLegislatura=53&codCasa=1&numSessaoLegislativa=4&indTipoSessaoLegislativa=O&numSessao=224&indTipoSessao=E&tipo=partido

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Reajuste do salário dos Deputados e Senadores, sem discussão

Quando o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o governo, o Brasil precisava de muitas reformas em vários setores.
O Lula começou o primeiro mandato prometendo reformar o país e lembrando que quando se faz reforma é preciso ter alguns cuidados porque tem morador na casa.
Muita coisa foi feita e muito ainda tem para se fazer para que tenhamos um país mais justo.
Faltou no governo do Presidente Lula a reforma política. Dias antes das eleição desse ano se discutia a tal de ficha limpa. Muitos candidatos concorreram às eleições sem a garantia de poderem exercer seus mandatos caso fessem eleitos. Alguns conseguiram votações expressivas e ficaram de fora das listas de apuração porque havia alguma liminar impugnando a candidatura.
Passaram-se pouco mais de dois meses e boa parte dos impugnados já receberam o ok da justiça para serem diplomados nos cargos a que se elegeiram.
O caso que mais reporcutiu na mídia foi o do palhaço Tiririca. Curiosamente só se tentou impugnar a candidatura do palhaço depois que ele começou aparecer como favorito, e só depois de eleito com a maior votação do país foi que tentou-se provar que era analfabeto. Mas, com direito conquistado de um salário de R$ 16 mil reais, só terá prova de analfabetismo quem realmente for muito burro, e o Tiririca provou que não é. Assim como não é burro o eleitor que votou nele. Sei que estou de certa forma me contradizendo aqui em comparação com artigos publicados por mim anteriormente. Mas com a credibilidade que a política tem adquirido junto ao eleitor ao longo de sua história, de repente pode ser melhor mesmo colocar analfabetos para nos representar, quem sabe, eles saibam respeitar a confiança que o eleitor depositou neles já que os intelectuais não sabem.
Se R$ 16 mil reais de salário para um Deputado já era um desrespito com o trabalhador que ganha um salário minimo de R$ 510 reais, imagine aumentar de R$ 16 mil para R$ 26,7 mil, ou seja, 53 vezes o salário minimo.
Sem contar que o trabalhador recebe isso bruto. É desse sálario que ele tem que tirar alimentação, transporte, vestuário, saúde e estudo se quizer sonhar em um dia poder ganhar um pouco mais. Ao passo que o salário do Deputado, e é bom lembrar que do Senador é igual, é livre de todas as despesas de mordomias que o sistema politico atual lhes concede.
Enquanto as discussões para reajustar o salário minimo de R$ 510 reais para entorno de R$ 540 Reais, estão rolando na câmara a meses, sem acordo, em um dia, Deputados e Senadores decidiram o reajuste de seus salários em 62%, contra uma inflação medida desde o último reajuste que eles tiveram, de 17,8%.
Realmente, não há outra forma de tratamento para se dirijir a esses cidadãos que não seja "Nobre Deputado", "Nobre Senador". E ao trabalhador assalariado, "Pobre Trabalhador".
Como dizem que cada povo tem o governo que merece, nós merecemos, afinal, fomos nós que os elegemos.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

São Paulo discute projeto que cria Conselho Estadual Parlamentar de Comunicação

O Auditório Franco Montouro na Assembleia Legislativa de São Paulo esteve lotado no período da tarde desse dia 8/12.
Uma audiência pública convocada pelo líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na casa, o Deputado Estadual Antonio Mentor, discutiu o Projeto de Resolução número 9/2010, de autoria do Deputado, que trata da criação de um Conselho Estadual Parlamentar de Comunicação.
O Projeto prevê em seu artigo 4º, um Conselho formado por 30 membros divididos em igualdade entre representantes do poder público, sendo 3 representantes das universidades paulistas, 4 representantes do poder legislativo dentre os Deputados Estaduais membros efetivos das comissões de transportes e comunicação, de educação, de diretos humanos e de cultura, ciência e tecnologia; e 1 representante do Ministério Público Estadual, 1 da Defensoria Pública e 1 do Poder Público Municipal; representantes de organizações da sociedade civil empresarial, sendo 1 representante de cada associação ligada às comunicações como Associação Brasileeira de Imprensa (ABI), Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (ABERT); e representantes de organizações da sociedade civil, com 1 representante de cada associação ou entidade, como o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, e Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária(ABRAÇO/SP).
O mesmo artigo determina que para cada membro do executivo aja um suplente.
As discussões iniciadas com pareceres jurídicos dos Advogados Dr. Igor Tamasauskas, ex-subchefe adjunto para assuntos jurídicos da casa civil da presidencia da república e do Dr. Sérgio Azevedo Redó, presidente da comissão de imprensa da ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo, contou também com uma segunda mesa formada por representantes de entidades ligadas às comunicações como associações de de jornais, de radiodifusão, de televisão, de empresas e empreendedores da comunicação e de representações sindicais.
As discussões giraram em torno da constitucionalidade e da legalidade do projeto, bem como, da ameaça à liberdade de imprensa, da funcionalidade e da autoridade de um conselho estadual parlamentar de comunicação.
O publico presente no Auditório Franco Montouro, em sua maioria formado por jornalistas, teve participação limitada em virtude do tempo. Quando participou, manifestou apoio ao projeto, cobrou ação do governo em relação às resoluções da Conferência de Comunicação (confecom) realizada em 2009 e criticou o monopólio das grandes empresas de comunicação.