A partida entre Palmeiras e Ponte Preta disputada na tarde deste Domingo no Estádio Moisés Lucarelli, na cidade de Campinas, interior paulista, pela última rodada do primeiro turno do campeonato paulista de futebol, não passou de um grande amistoso.
Apesar de ambas equipes já estarem classificadas para as quartas de final do campeonato, o jogo foi bem disputado. No entanto, com muitas faltas e poucos chutes a gol.
Aos 21 minutos do primeiro tempo Max Santos chutou e o goleiro Bruno da Ponte deixou a bola escapar por entre as pernas tomando um autêntico “frango”.
Atrás do placar a Ponte foi em busca do resultado e quatro minutos após sofrer o gol, conseguiu o empate.
Marcio Diogo recebeu a bola na esquerda do ataque e chutou cruzado empatando a partida, que continuou bem disputado, mas, com poucas finalizações a gol até o fim do primeiro tempo.
Com o Cleber sofrendo muitas faltas no primeiro tempo, o técnico do Palmeiras Luiz Felipe Scolari, talvês com receio que ele revidasse e viesse a ser expulso, desfalcando o time para o próximo jogo, resolveu saca-lo da equipe no intervalo, substituindo-o por Vinicius.
O segundo tempo começou com a Ponte atacando mais, já que uma posição melhor na tabela a livraria de ter que enfrentar na próxima fase, uma das equipes mais bem colocadas. Aos 10 minutos do segundo tempo Guilherme acertou a trave superior da meta defendida pelo goleiro Deola do Palmeiras, e aos 15, foi a vez de Lucas obrigar Deola a fazer uma grande defesa.
Em uma cobrança de escanteio aos 30 minutos a defesa do Palmeiras afastou a bola da área mas ela caiu nos pés de Renatinho, que dominou e chutou forte, indefensável para Deola, fazendo o segundo gol da Ponte.
O palmeiras ainda tentou reagir, mas o próprio técnico Luiz Felipe, satisfeito com o resultado e com a posição de sua equipe na tabela, passou a pedir a seus jogadores que tocassem a bola aguardando o final da partida.
O resultado classificou o Palmeiras em segundo lugar e a Ponte em quinto lugar no campeonato. Na próxima fase do paulistão, Palmeiras enfrenta a equipe do Mirassol, sétimo na tabela, e a Ponte pega o Santos, quarto colocado.
Nas demais partidas das quartas de final, o São Paulo, primeiro colocado nessa primeira fase, joga com a Portuguesa, oitava colocada, e o Corinthians, terceiro, enfrenta a equipe do Oeste da cidade de Itápolis, sexto colocado nesta primeira fase do campeonato paulista de futebol.
Esta última rodada da primeira fase do paulistão 2011, definiu também as equipes que caem para a série A2 em 2012. Os rebaixados são: São Bernardo, que subiu em 2010 juntamente com o Noroeste, o Grêmio Prudente, que vem em decadência desde quando mudou de Barueri para Presidente Prudente, (Antes era Grêmio Buruerí), o Noroeste, e o Santo André, que já foi inclusive campeão da Copa do Brasil.
As equipes que estão disputando a Copa do Brasil jogam no meio de semana, e as demais esperam o próximo final de semana, quando começa de verdade a disputa pelo título estadual paulista.
domingo, 17 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Copa do Mundo 2014
Faltando menos de três anos para a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas no Brasil em 2014, a impressão que se tem é que o país está pronto só esperando as competições começarem.
Estádios que precisam ser construídos antes da copa, não saíram do papel, os aeroportos continuam sem alterações, ou seja, continuam não suportando sequer o fluxo normal diário de passageiros, o transporte de massa, o coletivo, continua uma calamidade, segurança, saúde e hospedagem, setor de hotelaria, todos esses setores que deviriam ter se transformado em canteiros de obras, estão inalterados, eu repito, a menos de três anos do inicio das competições.
É difícil acreditar que não teremos problemas para o sediar esses dois grandes eventos que nos propomos a sediá-los.
O Estado de São Paulo, por exemplo, que tanto brigou para ser uma das sedes dos jogos da copa, e, diga-se de passagem, com toda razão e direto; uma copa do mundo no Brasil sem jogos no Estado de São Paulo seria algo inimaginável; no entanto, até o momento nada foi feito para atender as necessidades mínimas exigidas pela Fifa para que o Estado possa ser sede.
Na impossibilidade de reforma do Morumbi para sediar jogos da Copa, o Corinthians apresentou projeto de construção de um estádio que atende as exigências da Fifa, no entanto, os torcedores corinthianos estão correndo o risco de ter que suportar a idéia de ver o rival Palmeiras sediar a copa, já que é o único que está com a reforma do estádio em andamento.
Como se não bastasse o atraso na construção do “Fielzão” como será chamado novo estádio do Corinthians, agora foi descoberto um oleoduto da Petrobrás passando por dentro do terreno onde será construído o estádio.
A pergunta que deve estar na cabeça de muita gente por aí é: Se o Corinthians ganhou esse terreno faz mais de dez anos, foi feito todo um projeto de construção de um estádio para um evento mundial, porque só agora alguém lembrou que tem um oleoduto e precisa ser retirado do local?
Com certeza esse não será um processo simples nem rápido. Deve implicar em desapropriações, indenizações, além de todo um trabalho de retirada da tubulação, de adequação de um desvio, tudo isso demanda tempo, e o tempo nesse caso, já está ao meu ver, muito curto para a execução de uma obra dessas proporções.
Como é pratica de brasileiro deixar tudo para a última hora, nos resta aguardar e torcer para que os responsáveis pelas obras necessárias consigam realiza-las a tempo para não passarmos vergonha com a realização da tão esperada Copa do Mundo no Brasil.
É preciso lembrar também que tudo precisa estar pronto um ano antes da Copa, ou seja, em 2013 para ser testado na Copa das Confederações. E isso significa que em vez de três anos, faltam apenas menos de dois.
Estádios que precisam ser construídos antes da copa, não saíram do papel, os aeroportos continuam sem alterações, ou seja, continuam não suportando sequer o fluxo normal diário de passageiros, o transporte de massa, o coletivo, continua uma calamidade, segurança, saúde e hospedagem, setor de hotelaria, todos esses setores que deviriam ter se transformado em canteiros de obras, estão inalterados, eu repito, a menos de três anos do inicio das competições.
É difícil acreditar que não teremos problemas para o sediar esses dois grandes eventos que nos propomos a sediá-los.
O Estado de São Paulo, por exemplo, que tanto brigou para ser uma das sedes dos jogos da copa, e, diga-se de passagem, com toda razão e direto; uma copa do mundo no Brasil sem jogos no Estado de São Paulo seria algo inimaginável; no entanto, até o momento nada foi feito para atender as necessidades mínimas exigidas pela Fifa para que o Estado possa ser sede.
Na impossibilidade de reforma do Morumbi para sediar jogos da Copa, o Corinthians apresentou projeto de construção de um estádio que atende as exigências da Fifa, no entanto, os torcedores corinthianos estão correndo o risco de ter que suportar a idéia de ver o rival Palmeiras sediar a copa, já que é o único que está com a reforma do estádio em andamento.
Como se não bastasse o atraso na construção do “Fielzão” como será chamado novo estádio do Corinthians, agora foi descoberto um oleoduto da Petrobrás passando por dentro do terreno onde será construído o estádio.
A pergunta que deve estar na cabeça de muita gente por aí é: Se o Corinthians ganhou esse terreno faz mais de dez anos, foi feito todo um projeto de construção de um estádio para um evento mundial, porque só agora alguém lembrou que tem um oleoduto e precisa ser retirado do local?
Com certeza esse não será um processo simples nem rápido. Deve implicar em desapropriações, indenizações, além de todo um trabalho de retirada da tubulação, de adequação de um desvio, tudo isso demanda tempo, e o tempo nesse caso, já está ao meu ver, muito curto para a execução de uma obra dessas proporções.
Como é pratica de brasileiro deixar tudo para a última hora, nos resta aguardar e torcer para que os responsáveis pelas obras necessárias consigam realiza-las a tempo para não passarmos vergonha com a realização da tão esperada Copa do Mundo no Brasil.
É preciso lembrar também que tudo precisa estar pronto um ano antes da Copa, ou seja, em 2013 para ser testado na Copa das Confederações. E isso significa que em vez de três anos, faltam apenas menos de dois.
domingo, 6 de março de 2011
Qual será o futuro do Jornal Impresso?
O texto a baixo faz parte do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Como você está tendo acesso a ele neste momento, por favor, deixe o seu comentário sobre o tema.
Fique a vontade para comentar também o que escrevi´.
Só faço uma ressalva, o texto ainda está sendo trabalhado.
O jornal impresso mais uma vez passa por um processo de adaptação a uma nova tecnologia, a uma nova ferramenta criada pelo homem como parte do processo evolutivo. Foi assim com a criação do rádio, depois com a criação da televisão e hoje, com a internet.
Dessa vez o obstáculo à frente dessa “antiga” ferramenta que tanto contribuiu para a evolução da humanidade, se mostra muito maior pelo fato de ter características semelhantes ao rádio, à televisão e ao próprio impresso.
Desde o início a humanidade tem procurado criar ferramentas que facilitem a sua vida. Criada uma determinada ferramenta e iniciada a sua utilização, dá-se inicio a partir de então, um outro processo, o processo de aperfeiçoamento; esse contínuo e infinito, já que a perfeição é algo inatingível. (Pesquisar perfeição). Da mesma forma que se cria a ferramenta com o intuito de facilitar a vida, a busca pelo aperfeiçoamento se dar pelo desejo de se ter mais conforto.
Só para exemplificar podemos citar a utilização de cavernas como moradia, todo o processo pelo qual passou até chegarmos às grandes mansões e às enormes torres espalhadas pelo nosso Planeta. Estas, já como resultado de aperfeiçoamento de algo que foi criado pela necessidade de um melhor aproveitamento na ocupação dos espaços físicos.
Não vamos nos deter a exemplos, mas partindo do primitivo ao extremamente moderno, podemos lembrar também o uso da pedra como ferramenta de corte, todo o processo pelo qual passou esse tipo de utensílio até chegarmos ao laser.
Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de ferramentas criadas pelo homem para melhorar, facilitar e/ou dar mais conforto a sua vida.
Como parte de todo processo evolutivo criou-se a tecnologia, (teoria geral e/ou estudo sistemático sobre técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana (p.ex., indústria, ciência etc.) - Dicionário Houaiss), com ela novas ferramentas foram desenvolvidas com as mais diversas finalidades em todas as áreas do conhecimento. Muitas dessas novas ferramentas substituíram de imediato as anteriores, umas levaram algum tempo para assumir por completo o lugar ocupado por a anterior e outras foram incorporadas ao sistema sem eliminar a necessidade da outra.
As criações do trem, do automóvel e do avião podem ser exemplos de novas ferramentas que foram incorporadas ao sistema, sem eliminar totalmente as anteriores.
No entanto, quando se trata de informatização, parece surgir uma nuvem que nos impede de enxergar o que teremos pela frente, e que nos remete sempre a indagações de qual será o futuro.
Com a introdução da robótica na indústria muito se especula se os robôs irão substituir o homem. Generalizando, talvez a pergunta mais apropriada seria: “A criatura substituirá o criador?”, particularmente não acredito. No entanto, a opção pela informatização seja na industria, seja no comércio ou mesmo na vida pessoal através da aquisição das novas ferramentas eletrônicas, facilita a vida e agiliza a conquista de resultados almejados.
Como tudo gira em torno do fator economia, a substituição da mão-de-obra humana pela máquina, mesmo que parcialmente, é quase inevitável.
Nessa busca pela agilidade, aliada à economia, a internet parece ter encaixado como uma luva na vida da humanidade. Utilizada como ferramenta ou veículo de disseminação de informação ela só perde para a televisão que consegue transmitir o fato ao vivo no exato momento em que ele está acontecendo. (Citar).
O rádio, que também conta com essa opção de transmissão ao vivo no exato momento do acontecimento, perda para a televisão por não conseguir transmitir imagem real, apenas descrição fiel que possa fazer com que o ouvinte consiga criar na sua mente uma imagem do fato.
O jornalismo impresso por sua vez tem suas características voltadas a apurações mais detalhadas do acontecimento, mas perde tanto para o rádio como para a televisão e para a internet, principalmente pelo fator tempo.
Por essas e outras razões o futuro do jornal impresso tem despertado dúvidas. Há quem acredita na resistência e na sobrevivência do impresso pela sua popularidade. Há também quem acredita que por sua versatilidade ele vencerá mais essa batalha. Mas para alguns críticos o jornal impresso está perdendo a sua finalidade por entregar ao seu leitor, uma notícia que para ele já não é novidade.
Como você está tendo acesso a ele neste momento, por favor, deixe o seu comentário sobre o tema.
Fique a vontade para comentar também o que escrevi´.
Só faço uma ressalva, o texto ainda está sendo trabalhado.
O jornal impresso mais uma vez passa por um processo de adaptação a uma nova tecnologia, a uma nova ferramenta criada pelo homem como parte do processo evolutivo. Foi assim com a criação do rádio, depois com a criação da televisão e hoje, com a internet.
Dessa vez o obstáculo à frente dessa “antiga” ferramenta que tanto contribuiu para a evolução da humanidade, se mostra muito maior pelo fato de ter características semelhantes ao rádio, à televisão e ao próprio impresso.
Desde o início a humanidade tem procurado criar ferramentas que facilitem a sua vida. Criada uma determinada ferramenta e iniciada a sua utilização, dá-se inicio a partir de então, um outro processo, o processo de aperfeiçoamento; esse contínuo e infinito, já que a perfeição é algo inatingível. (Pesquisar perfeição). Da mesma forma que se cria a ferramenta com o intuito de facilitar a vida, a busca pelo aperfeiçoamento se dar pelo desejo de se ter mais conforto.
Só para exemplificar podemos citar a utilização de cavernas como moradia, todo o processo pelo qual passou até chegarmos às grandes mansões e às enormes torres espalhadas pelo nosso Planeta. Estas, já como resultado de aperfeiçoamento de algo que foi criado pela necessidade de um melhor aproveitamento na ocupação dos espaços físicos.
Não vamos nos deter a exemplos, mas partindo do primitivo ao extremamente moderno, podemos lembrar também o uso da pedra como ferramenta de corte, todo o processo pelo qual passou esse tipo de utensílio até chegarmos ao laser.
Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de ferramentas criadas pelo homem para melhorar, facilitar e/ou dar mais conforto a sua vida.
Como parte de todo processo evolutivo criou-se a tecnologia, (teoria geral e/ou estudo sistemático sobre técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana (p.ex., indústria, ciência etc.) - Dicionário Houaiss), com ela novas ferramentas foram desenvolvidas com as mais diversas finalidades em todas as áreas do conhecimento. Muitas dessas novas ferramentas substituíram de imediato as anteriores, umas levaram algum tempo para assumir por completo o lugar ocupado por a anterior e outras foram incorporadas ao sistema sem eliminar a necessidade da outra.
As criações do trem, do automóvel e do avião podem ser exemplos de novas ferramentas que foram incorporadas ao sistema, sem eliminar totalmente as anteriores.
No entanto, quando se trata de informatização, parece surgir uma nuvem que nos impede de enxergar o que teremos pela frente, e que nos remete sempre a indagações de qual será o futuro.
Com a introdução da robótica na indústria muito se especula se os robôs irão substituir o homem. Generalizando, talvez a pergunta mais apropriada seria: “A criatura substituirá o criador?”, particularmente não acredito. No entanto, a opção pela informatização seja na industria, seja no comércio ou mesmo na vida pessoal através da aquisição das novas ferramentas eletrônicas, facilita a vida e agiliza a conquista de resultados almejados.
Como tudo gira em torno do fator economia, a substituição da mão-de-obra humana pela máquina, mesmo que parcialmente, é quase inevitável.
Nessa busca pela agilidade, aliada à economia, a internet parece ter encaixado como uma luva na vida da humanidade. Utilizada como ferramenta ou veículo de disseminação de informação ela só perde para a televisão que consegue transmitir o fato ao vivo no exato momento em que ele está acontecendo. (Citar).
O rádio, que também conta com essa opção de transmissão ao vivo no exato momento do acontecimento, perda para a televisão por não conseguir transmitir imagem real, apenas descrição fiel que possa fazer com que o ouvinte consiga criar na sua mente uma imagem do fato.
O jornalismo impresso por sua vez tem suas características voltadas a apurações mais detalhadas do acontecimento, mas perde tanto para o rádio como para a televisão e para a internet, principalmente pelo fator tempo.
Por essas e outras razões o futuro do jornal impresso tem despertado dúvidas. Há quem acredita na resistência e na sobrevivência do impresso pela sua popularidade. Há também quem acredita que por sua versatilidade ele vencerá mais essa batalha. Mas para alguns críticos o jornal impresso está perdendo a sua finalidade por entregar ao seu leitor, uma notícia que para ele já não é novidade.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Ronaldo, eterno Fenômeno
Acabou a pouco a entrevista coletiva de Ronaldo Fenômeno anunciando o fim de sua carreira no futebol profissional.
Acompanhado dos filhos, Ronaldo muito emocionado falou de sua trajetória, relembrou momentos marcantes, falou da luta para suportar as dores constantes que sente, de um problema no metabolismo de seu corpo que dificulta o controle de peso e falou também dos planos futuros.
Perguntado sobre dois momentos mais marcantes da sua trajetoria no futebol, Ronaldo que foi eleito tres vezes o melhor jogador de futebol do mundo, apontou a conquista da copa de 2002 e a participação como mais um louco dentro do bando de loucos de corinthianos, referencia às vezes em que esteve no estádio torcendo para o corinthians.
Em determinado momento Ronaldo pediu desculpas aos torcedores e a direção do corinthians pela desclassificação na libertadores se dizendo culpado por ter falhado no projeto libertadores.
Falando de forma pausada e com muita humildade respondeu aos jornalistas e quando lhe foi perguntado se o corinthians sabia desde o começo do problema que dificultava seu emagrecimento, foi enfático, "sempre soube", respondeu.
Aos 34 anos de idade Ronaldo se afasta oficialmente dos gramados e consequentimente, deixa muita saudade no coração de qualquer amante do futebol mundial.
Independente do tipo de contrato que tenha feito com o corinthians, em hipótese alguma foi o culpado pela eliminação da libertadores, o fato de fazer parte da equipe não o faz o único responsável pelas derrotas, assim como não o fêz responsável sozinho pelas conquistas que foram esquecidas pelos baderneiros que se dizem torcedores.
Problemas de saúde à parte, fica a questão: Será que o Ronaldo teria tomado essa decisão agora, se a torcida tivesse se comportado como torcida e não e não como vândalos após a eliminação na copa libertadores?
A verdade é que jogadores consagrados não teem porque ficar passando por humilhações e chingamentos de torcedores doentes.
Ronaldo já deixou saudade mas será sempre o eterno fenômeno.
Acompanhado dos filhos, Ronaldo muito emocionado falou de sua trajetória, relembrou momentos marcantes, falou da luta para suportar as dores constantes que sente, de um problema no metabolismo de seu corpo que dificulta o controle de peso e falou também dos planos futuros.
Perguntado sobre dois momentos mais marcantes da sua trajetoria no futebol, Ronaldo que foi eleito tres vezes o melhor jogador de futebol do mundo, apontou a conquista da copa de 2002 e a participação como mais um louco dentro do bando de loucos de corinthianos, referencia às vezes em que esteve no estádio torcendo para o corinthians.
Em determinado momento Ronaldo pediu desculpas aos torcedores e a direção do corinthians pela desclassificação na libertadores se dizendo culpado por ter falhado no projeto libertadores.
Falando de forma pausada e com muita humildade respondeu aos jornalistas e quando lhe foi perguntado se o corinthians sabia desde o começo do problema que dificultava seu emagrecimento, foi enfático, "sempre soube", respondeu.
Aos 34 anos de idade Ronaldo se afasta oficialmente dos gramados e consequentimente, deixa muita saudade no coração de qualquer amante do futebol mundial.
Independente do tipo de contrato que tenha feito com o corinthians, em hipótese alguma foi o culpado pela eliminação da libertadores, o fato de fazer parte da equipe não o faz o único responsável pelas derrotas, assim como não o fêz responsável sozinho pelas conquistas que foram esquecidas pelos baderneiros que se dizem torcedores.
Problemas de saúde à parte, fica a questão: Será que o Ronaldo teria tomado essa decisão agora, se a torcida tivesse se comportado como torcida e não e não como vândalos após a eliminação na copa libertadores?
A verdade é que jogadores consagrados não teem porque ficar passando por humilhações e chingamentos de torcedores doentes.
Ronaldo já deixou saudade mas será sempre o eterno fenômeno.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Corinthians, Ronaldo, Roberto Carlos, torcedor; acabou o amor
Basta recordar a formação de alguns times que fizeram boas campanhas em torneios regional ou nacional, para perceber que essas equipes eram montadas basicamente com jogadores formados na agremiação.
O São Paulo, que está sempre lançando novos jogadores e geralmente faz boas campanhas nos campeonatos que disputa, o Santos dos últimos anos, e até mesmo o Corinthians recentimente, todos esses times quando se destacaram em alguma competição tinham em suas formações muitos jogadores lançados das equipes de base.
A compra de jogadores famosos implica em investimento geralmente muito alto para o clube, em uma responsabilidade que se transforma em um peso enorme nas costa do atleta contratado, e cria no torcedor uma esperança que nem sempre se confirma em campo. Além é claro, da ciumeira que invariavelmente acaba surgindo por parte de algum atleta que se sente injustiçado.
Naturalmente nem tudo é negativo na compra dos famosos. O marketing e o retorno financeiro que isso gera para a agremiação, o prazer do torcedor em ter um grande ídolo fazendo parte do seu time do coração e a esperança gerada no clube e na torcida, de ter uma equipe vencedora, tudo isso, por algum tempo é real, é verdadeiro e é alcançado com sucesso. Mas em longo prazo se os resultados não continuarem acontecendo, toda esperança do torcedor e dos dirigentes vai se reduzindo como num marcador de tempo, até se tornar negativa, e então, o grande amor que de inicio a torcida dedicou ao ídolo, aos pouco vai se tornando ódio.
Equipes formadas por ídolos consagrados dão muito certo na Europa, porque são montadas só com craques no auge da carreira e com salários muito próximos. A diferença em relação às equipes brasileiras é que se trata da repatriação de ídolos isolados, geralmente em fim de carreira, e com o peso de liderar a equipe.
Todo aquele amor com que os torcedores do Corinthians receberam Ronaldo e Roberto Carlos não acabou de repente; apenas não resistiu à frustração diante da ausência de resultados sonhados quando da chegada dos dois ídolos. Como o sonho maior do torcedor corinthiano é a conquista da copa libertadores, a eliminação da equipe ainda na repescagem foi a gota d’água, foi o último grão de areia que passou para a parte inferior do contador de tempo.
É o mesmo risco que corre hoje o Flamengo com a contratação do Ronaldinho Gaúcho. Diferente da contração do Rivaldo pelo São Paulo que não teve tanto marketing nem tanta repercussão na mídia, a contratação do Ronaldinho pelo Flamengo aconteceu depois de uma novela que durou quase um mês, e a decisão do jogador de escolher o Flamengo coloca sobre suas costas um peso muito maior do que seria se ele tivesse optado pelo Grêmio, time que o formou.
Para o torcedor o que importa são as vitórias e as conquistas; na ausência delas, só o verdadeiro torcedor entende, cobra, mas mantém o respeito pelo time e pelos atletas.
O que é totalmente reprovável é o comportamento de alguns torcedores diante de resultados disfavoráveis. A depedração e o desrespeito de qualquer cidadão contra o patrimônio, que seja privado ou público, não pode ser visto como uma reação normal.
Amar ou odiar é comum ao ser humano. Violência só é comum aos animais selvagens.
O São Paulo, que está sempre lançando novos jogadores e geralmente faz boas campanhas nos campeonatos que disputa, o Santos dos últimos anos, e até mesmo o Corinthians recentimente, todos esses times quando se destacaram em alguma competição tinham em suas formações muitos jogadores lançados das equipes de base.
A compra de jogadores famosos implica em investimento geralmente muito alto para o clube, em uma responsabilidade que se transforma em um peso enorme nas costa do atleta contratado, e cria no torcedor uma esperança que nem sempre se confirma em campo. Além é claro, da ciumeira que invariavelmente acaba surgindo por parte de algum atleta que se sente injustiçado.
Naturalmente nem tudo é negativo na compra dos famosos. O marketing e o retorno financeiro que isso gera para a agremiação, o prazer do torcedor em ter um grande ídolo fazendo parte do seu time do coração e a esperança gerada no clube e na torcida, de ter uma equipe vencedora, tudo isso, por algum tempo é real, é verdadeiro e é alcançado com sucesso. Mas em longo prazo se os resultados não continuarem acontecendo, toda esperança do torcedor e dos dirigentes vai se reduzindo como num marcador de tempo, até se tornar negativa, e então, o grande amor que de inicio a torcida dedicou ao ídolo, aos pouco vai se tornando ódio.
Equipes formadas por ídolos consagrados dão muito certo na Europa, porque são montadas só com craques no auge da carreira e com salários muito próximos. A diferença em relação às equipes brasileiras é que se trata da repatriação de ídolos isolados, geralmente em fim de carreira, e com o peso de liderar a equipe.
Todo aquele amor com que os torcedores do Corinthians receberam Ronaldo e Roberto Carlos não acabou de repente; apenas não resistiu à frustração diante da ausência de resultados sonhados quando da chegada dos dois ídolos. Como o sonho maior do torcedor corinthiano é a conquista da copa libertadores, a eliminação da equipe ainda na repescagem foi a gota d’água, foi o último grão de areia que passou para a parte inferior do contador de tempo.
É o mesmo risco que corre hoje o Flamengo com a contratação do Ronaldinho Gaúcho. Diferente da contração do Rivaldo pelo São Paulo que não teve tanto marketing nem tanta repercussão na mídia, a contratação do Ronaldinho pelo Flamengo aconteceu depois de uma novela que durou quase um mês, e a decisão do jogador de escolher o Flamengo coloca sobre suas costas um peso muito maior do que seria se ele tivesse optado pelo Grêmio, time que o formou.
Para o torcedor o que importa são as vitórias e as conquistas; na ausência delas, só o verdadeiro torcedor entende, cobra, mas mantém o respeito pelo time e pelos atletas.
O que é totalmente reprovável é o comportamento de alguns torcedores diante de resultados disfavoráveis. A depedração e o desrespeito de qualquer cidadão contra o patrimônio, que seja privado ou público, não pode ser visto como uma reação normal.
Amar ou odiar é comum ao ser humano. Violência só é comum aos animais selvagens.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Tragédia no Rio de Janeiro, o Planeta contrataca
Mais uma vez o Rio de Janeiro sofre as conseqüências da fúria da natureza. A exemplo de 2010 quando diversos moradores e turistas perderam a vida ou ficaram desabrigados em Angra dos Reis e Paraty na passagem de ano, em razão das fortes chuvas que causaram grandes deslizamentos de terra na região.
Agora em 2011 a população até pôde comemorar a chegada do ano novo sem problemas. O que ninguém sabia é que para muitos, aquela seria a última comemoração de suas vidas.
Dessa vez, os Municípios mais atingidos foram, Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, no entanto, existem vitimas e desabrigados em pelo menos sete municípios da região serrana.
Da madrugada do dia 11 até hoje, o número de mortos só tem aumentado. Os órgãos oficiais do Estado que estão recolhendo os corpos e fazendo a identificação das vítimas já estão divulgando como números oficiais de mortes, próximo de 600 pessoas. Mas apenas em uma área onde houve deslizamento de terra, as equipes de resgate acreditam que ainda há mais de 30 pessoas soterradas.
Segundo tem sido divulgado na mídia, esse já é o maior número de vitimas em um acidente natural no Brasil.
Há pouco mais de seis meses foi a região Nordeste que sofreu com chuvas e enchentes devastadoras.
Recentemente Santa Catarina passou por situação semelhante. São Paulo todo ano nessa época enfrenta problemas com inundações, como a que está ocorrendo na Cidade de Mairiporã.
Minas Gerais também passa por dificuldades com as chuvas, o que tem se repetido todos os anos.
Ironicamente no Rio Grande do Sul, parte do estado também sofre com as chuvas, porém outras regiões gaúchas sofrem com a falta de chuva.
Nada disso é privilégio do Brasil ou dos brasileiros. A China passou por enchentes recentemente, a Austrália enfrenta situação semelhante, os Estados Unidos sofre com o excesso de neve, enfim, o Planeta contrataca.
Com tudo, o Brasil é um país privilegiado, temos problemas climáticos que de certa forma são pequenos diante dos vividos por outros países. Aqui não temos vulcões, terremotos, tornados, maremotos, nevascas, e tantos outros fenômenos naturais.
Nosso maior problema talvez seja o descaso e/ou descompromisso dos políticos que estão sempre mais preocupados com seus próprios salários que com a criação de projetos que atendam as necessidades básicas dos cidadãos; somados à irresponsabilidade da população que mesmo conhecendo os riscos de certas regiões, insistem em arriscar a própria vida. Nenhuma necessidade é maior que a preservação da própria vida e da vida de pessoas indefesas como crianças e idosos.
Diante de catástrofes como essa do Rio de Janeiro, é comum no Brasil se procurar alguém para culpar. Quase sempre se culpa o estado, então, em alguns casos, o estado paga às famílias das vitimas um “cala boca” em forma de indenização, tirada do próprio contribuinte, e se esquece o caso até que nova tragédia aconteça.
Como essas tragédias teem ocorrido com mais freqüência e em diversas regiões do Planeta, me faz crer que cada um de nós tem sua parcela de culpa, e que o Planeta está apenas reagindo, como qualquer um reage ao ser atacado.
Posso parecer frio, mas, para quem se foi, que descanse em paz, e para que ficou, que não descanse se quiser ter paz.
Agora em 2011 a população até pôde comemorar a chegada do ano novo sem problemas. O que ninguém sabia é que para muitos, aquela seria a última comemoração de suas vidas.
Dessa vez, os Municípios mais atingidos foram, Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, no entanto, existem vitimas e desabrigados em pelo menos sete municípios da região serrana.
Da madrugada do dia 11 até hoje, o número de mortos só tem aumentado. Os órgãos oficiais do Estado que estão recolhendo os corpos e fazendo a identificação das vítimas já estão divulgando como números oficiais de mortes, próximo de 600 pessoas. Mas apenas em uma área onde houve deslizamento de terra, as equipes de resgate acreditam que ainda há mais de 30 pessoas soterradas.
Segundo tem sido divulgado na mídia, esse já é o maior número de vitimas em um acidente natural no Brasil.
Há pouco mais de seis meses foi a região Nordeste que sofreu com chuvas e enchentes devastadoras.
Recentemente Santa Catarina passou por situação semelhante. São Paulo todo ano nessa época enfrenta problemas com inundações, como a que está ocorrendo na Cidade de Mairiporã.
Minas Gerais também passa por dificuldades com as chuvas, o que tem se repetido todos os anos.
Ironicamente no Rio Grande do Sul, parte do estado também sofre com as chuvas, porém outras regiões gaúchas sofrem com a falta de chuva.
Nada disso é privilégio do Brasil ou dos brasileiros. A China passou por enchentes recentemente, a Austrália enfrenta situação semelhante, os Estados Unidos sofre com o excesso de neve, enfim, o Planeta contrataca.
Com tudo, o Brasil é um país privilegiado, temos problemas climáticos que de certa forma são pequenos diante dos vividos por outros países. Aqui não temos vulcões, terremotos, tornados, maremotos, nevascas, e tantos outros fenômenos naturais.
Nosso maior problema talvez seja o descaso e/ou descompromisso dos políticos que estão sempre mais preocupados com seus próprios salários que com a criação de projetos que atendam as necessidades básicas dos cidadãos; somados à irresponsabilidade da população que mesmo conhecendo os riscos de certas regiões, insistem em arriscar a própria vida. Nenhuma necessidade é maior que a preservação da própria vida e da vida de pessoas indefesas como crianças e idosos.
Diante de catástrofes como essa do Rio de Janeiro, é comum no Brasil se procurar alguém para culpar. Quase sempre se culpa o estado, então, em alguns casos, o estado paga às famílias das vitimas um “cala boca” em forma de indenização, tirada do próprio contribuinte, e se esquece o caso até que nova tragédia aconteça.
Como essas tragédias teem ocorrido com mais freqüência e em diversas regiões do Planeta, me faz crer que cada um de nós tem sua parcela de culpa, e que o Planeta está apenas reagindo, como qualquer um reage ao ser atacado.
Posso parecer frio, mas, para quem se foi, que descanse em paz, e para que ficou, que não descanse se quiser ter paz.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
ANO NOVO, Começa tudo denovo
Que bom que começa tudo denovo!
Fim de férias para alguns, fim de festa para outros, início de festa para muitos.
A rotina apenas se repete.
Começa o ano e para o tempo, apenas continua a sequencia da rotina.
É como se fossemos o centro de um relógio aonde os números são os meses e nós os ponteiros. Nossos olhos, holofotes que iluminam o que queremos enxergar em cada mês que focalizamos. Cada mês com seu evento exclusivo. Mais importante para uns, menos importante para outros, mas cada um com sua proposta de satisfação a oferecer aos apreciadores.
Janeiro está apenas começando e muita gente já o esperava faz um ano, para comemorar e se divertir com a folia de reis. Vem os inícios das competições esportivas, o carnaval que nesse ano será em março, mas para os amantes dessa festa, os preparativos já começaram há quase um ano. Depois, lembrando apenas os acontecimentos mais populares, aqueles que a mídia não nos deixa esquecer, vem a pascoa, o mes das noivas, que em algumas regiões do Brasil marca o inicio das festas juninas, as próprias festas juninas com suas quermesses, o chamado mês de cachorro louco, lembrando-nos para vacinarmos nossos amigos e amigas, veem as comemorações da Independência, o dia das crianças, finados... poxa, acabou o ano... e lá vamos nós novamente às compras para esperar a chegada do ANO NOVO.
Apesar da década ter começado mesmo em 2010, esse ano de 2011 por ter o final (1), nos dar a impressão de ser ele o marco de início da nova decáda. E são muitas as expectativas nesse novo ano. Para alguns países, expectativas de recuperação da economia, para outros, de continuidade do crescimento economico, e tem também aqueles que passaram por destruição por fenômenos naturais e/ou por guerras e esperam por dias melhores.
No Brasil, com novo governo, essas expectativas só não são maiores porque acredita-se na continuidade do governo anterior. Mas, elas estão direcionadas à nova experiência a qual o país inicia, que é ter por a primeira vez em seu comando, a figura de uma mulher. Particularmente, com todo respeito à Presidente Dilma Roussef, que aprendi a admirar após conhecer um pouco mais sua história, é uma mulher mais homem que muitos homens que existem por aí.
É muito mais tranquilo suceder alguém que está em baixa, e nesse caso, talvez seja esse o grande obstáculo que a Presidente Dilma terá pela frente, manter por ela, a mesma simpatia que a população tem pelo ex-presidente Lula.
Como o próprio Lula diz, "nunca na história desse país" houve um presidente que tenha deixado o governo com tamanha aceitação popular. E como se costuma dizer que "a voz do povo é a voz de Deus", com quase noventa por cento de aprovação no final do mandato, a aprovação do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser considerada uma unanimidade nacional.
O que se espera é que esse não seja apenas um ano novo, mas que seja um novo ano.
Que cada pessoa tenha um novo projeto nesse inicio de ano, e uma nova realização no final dele.
UM PRÓSPERO E FELIZ 2011.
Fim de férias para alguns, fim de festa para outros, início de festa para muitos.
A rotina apenas se repete.
Começa o ano e para o tempo, apenas continua a sequencia da rotina.
É como se fossemos o centro de um relógio aonde os números são os meses e nós os ponteiros. Nossos olhos, holofotes que iluminam o que queremos enxergar em cada mês que focalizamos. Cada mês com seu evento exclusivo. Mais importante para uns, menos importante para outros, mas cada um com sua proposta de satisfação a oferecer aos apreciadores.
Janeiro está apenas começando e muita gente já o esperava faz um ano, para comemorar e se divertir com a folia de reis. Vem os inícios das competições esportivas, o carnaval que nesse ano será em março, mas para os amantes dessa festa, os preparativos já começaram há quase um ano. Depois, lembrando apenas os acontecimentos mais populares, aqueles que a mídia não nos deixa esquecer, vem a pascoa, o mes das noivas, que em algumas regiões do Brasil marca o inicio das festas juninas, as próprias festas juninas com suas quermesses, o chamado mês de cachorro louco, lembrando-nos para vacinarmos nossos amigos e amigas, veem as comemorações da Independência, o dia das crianças, finados... poxa, acabou o ano... e lá vamos nós novamente às compras para esperar a chegada do ANO NOVO.
Apesar da década ter começado mesmo em 2010, esse ano de 2011 por ter o final (1), nos dar a impressão de ser ele o marco de início da nova decáda. E são muitas as expectativas nesse novo ano. Para alguns países, expectativas de recuperação da economia, para outros, de continuidade do crescimento economico, e tem também aqueles que passaram por destruição por fenômenos naturais e/ou por guerras e esperam por dias melhores.
No Brasil, com novo governo, essas expectativas só não são maiores porque acredita-se na continuidade do governo anterior. Mas, elas estão direcionadas à nova experiência a qual o país inicia, que é ter por a primeira vez em seu comando, a figura de uma mulher. Particularmente, com todo respeito à Presidente Dilma Roussef, que aprendi a admirar após conhecer um pouco mais sua história, é uma mulher mais homem que muitos homens que existem por aí.
É muito mais tranquilo suceder alguém que está em baixa, e nesse caso, talvez seja esse o grande obstáculo que a Presidente Dilma terá pela frente, manter por ela, a mesma simpatia que a população tem pelo ex-presidente Lula.
Como o próprio Lula diz, "nunca na história desse país" houve um presidente que tenha deixado o governo com tamanha aceitação popular. E como se costuma dizer que "a voz do povo é a voz de Deus", com quase noventa por cento de aprovação no final do mandato, a aprovação do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser considerada uma unanimidade nacional.
O que se espera é que esse não seja apenas um ano novo, mas que seja um novo ano.
Que cada pessoa tenha um novo projeto nesse inicio de ano, e uma nova realização no final dele.
UM PRÓSPERO E FELIZ 2011.
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