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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Brasileirão 2013, Cruzeiro competente e campeão brilhante

Com uma campanha que chega a ser humilhante para os demais times da competição, o Cruzeiro conquistou o seu terceiro título brasileiro de futebol faltando quatro rodadas para o final do brasileirão.

A “raposa” mineira nem precisava ganhar do Vitória no Barradão em Salvador na noite dessa quarta-feira 13/11, já que o Atlético paranaense, segundo colocado na tabela, perdeu do Criciúma em Santa Catarina e não poderia mais alcançar o time mineiro.

Mesmo sabendo que já era campeão o Cruzeiro não relaxou e fez 3 a 1 no time do Vitória. No final na partida em Salvador, aí sim, jogadores e comissão técnica completaram as comemorações que haviam ensaiado no domingo em Belo Horizonte e no intervalo da partida em salvador.

Independente de como vai se comportar o time nos próximos jogos que terá de fazer para cumprir tabela, a campanha do Cruzeiro nesse brasileirão/2013 já entrou para a história da competição. Foi simplesmente brilhante.

É claro que muita gente vai criticar a fórmula de disputa argumentando que o sistema eliminar a possibilidade de uma grande final, que seria mais emocionante. Porém, assa formula de pontos corridos garante que a campeã seja a equipe com melhor aproveitamento; o que na minha opinião premia quem foi mais objetivo, quem foi mais ofensivo, quem soube administrar melhor suas batalhas.

Espero que esse desnível de competência apresentado pelo Cruzeiro em relação às demais equipes do brasileirão/2013, não leve o clube dos 13 e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a querer mudar a formula de disputa para os próximos anos.

Gosto do sistema mata-mata, mas esse de pontos corridos é muito mais democrático e justo.

Parabéns ao Cruzeiro e a seus torcedores; aproveitem e estendam as comemorações pelas quatro rodadas que ainda faltam para terminar o campeonato; vocês merecem; parabéns.

sábado, 2 de novembro de 2013

Para onde vão os impostos que pagamos?


Independente de qual cidade e de qual partido político a administra, já que são muitos; andar nas ruas brasileiras é uma grande aventura.
O pedestre precisa ter a atenção redobrada ao andar pelas calçadas para não tropeçar em degraus ou cair em buracos; da mesma forma, os motoristas nem precisam de limite de velocidade, pois, na maioria das ruas, quando não tem buracos, os mesmos foram substituídos por verdadeiras lombadas que obrigam o motorista a dirigir em baixa velocidade.
É verdade que de vez em quando se faz manutenção em alguns trechos de algumas ruas e avenidas a ponto de proporcionar ao motorista o prazer de atingir a velocidade máxima permitida; isso é, quando não se depara com congestionamentos.
Para os pedestres o problema parece ser “insolucionável”; já que, muitos bairros e cidades foram construídos em terrenos acidentados, impossibilitando a nivelação das calçadas (passeios), por causa das entradas de garagens nas casas.
Resta a pedestres como alternativa, caminhar nas ruas; dividindo os espaços com os carros.
Nas estradas a situação não é diferente; falta pavimentação, falta suporte, falta segurança e sobram riscos e criatividade dos motoristas para conseguirem chegar ao destino.
O Estado fiscaliza e cobra os diversos impostos dos contribuintes; mas não tem o mesmo empenho para fiscalizar e providenciar que os direitos desses sejam atendidos.
O jornal da cultura (TV Cultura) dessa sexta-feira 01/11 apresentou matéria que aponta crescimento na blindagem de carros por causa da violência; a matéria foi comentada na bancada do jornal pelo professor de economia Antonio Carlos de Lacerda e pela professora de jornalismo Cilene Victor, (minha professora de jornalismo especializado). Os comentaristas lembraram que a educação está ruim, a população procura escolas particulares. A saúde está ruim, procura-se os planos de saúde. A segurança está ruim, a população se enjaula em casa, foge das ruas, blinda carros, enfim, busca suas próprias soluções.
Faltou, na minha opinião, lembrar que essa mesma população continua pagando os impostos que deveriam ser destinados pelo Estado, para oferecer educação, saúde e segurança de qualidade.
Enquanto isso, a cada semana um novo escândalo de corrupção vem a público; e, por mais que se investigue e se descubra e puna os corruptos, o que foi tirado do contribuinte nunca voltará para ele, porque muitas vezes a ausência das ações do Estado simplesmente lhe custou a própria vida.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Fim do jornal impresso

Jornal inglês com quase 300 anos será só on line - Foto Bing
As discussões em torno do futuro do jornal impresso continuam surgindo a todo instante e em lugares diversos.
Apesar desse assunto ainda incomodar algumas pessoas que insistem em não ver a realidade de hoje, a verdade é que não se está decretando o fim do impresso como algumas pessoas acham.
Revistas e livros são temáticos e transmissores de pesquisas; no caso dos livros ainda podem ser de ficção e isso lhes dará um pouco mais de vida; mas, o jornal impresso, como transmissor de notícia já está atrasado e diante das novas tecnologias vai ficando esquecido.
Eu me formei em jornalismo em 2011. O tema que escolhí para o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi: "O futuro do jornal impresso como fonte de informação".
Mesmo contrariando a opinião dos meus professores, minhas pesquisas indicaram que o impresso "jornal" tende a perder popularidade, consumo e consequentemente, interesse de investidores dessa área em continuar produzindo jornal impresso.
As novas gerações já nascem conectadas à internet, e, como os leitores de jornais (em sua maioria pessoas com mais idade) não viverão eternamente, o produto jornal impresso tende a ficar encalhado nas bancas.
A gratuidade, a redução do formato (de standard para tabloide) já foram alternativas para tentar segurar os leitores.
Lamentável para os mais apaixonados por leituras de jornais, mas, a tendência é que esse produto cada vez mais deixe de ser produzido.
Li recentemente que o Lloyd's List (Londres) com quase 300 anos de existência vai encerrar sua publicação impressa em dezembro de 2013.
O mesmo já aconteceu com outros jornais tradicionais em diversos países.
Nos resta manter a gratidão a Gutenberg pela invenção da prensa, e aceitar a nova realidade dos meios de comunicação.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O mercado da política e seus estabelecimentos comerciais

Naturalmente ninguém sente saudade da ditadura. Quase trinta anos após o “fim” do regime no Brasil, muita gente ainda sofre com o desaparecimento de parentes e amigos ou até por lembranças próprias do regime militar.
É inegável também que a abertura política foi e continuará sendo importante e benéfica para o país; mas, confesso que muitas vezes imagino se não seria mais fácil para o eleitor se só existissem dois partidos, como naquela época; quando o eleitor só tinha que escolher seus representantes entre os candidatos que representavam a Aliança Renovadora Nacional (ARENA) e os representantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), atual PMDB.
Com a abertura política e a liberdade para se criar novos partidos, a política virou negócio e partido político estabelecimento comercial.
Parece que os nossos políticos ainda não se deram conta de que o eleitor de hoje, muito mais informado que o de trinta anos atrás, já percebeu que a corrupção no país tem uma ligação muito forte com os partidos políticos.
Pesquisas já mostraram essa desconfiança do eleitor para com os partidos e recentemente, isso foi demonstrado nas manifestações ocorridas pelo Brasil.
Indiferentes à aversão dos novos eleitores, (considerando a faixa etária dos manifestantes que se dizem a partidários), os políticos continuam criando novos partidos; seus próprios partidos, ou seja, seus próprios estabelecimentos comerciais.
Atualmente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem registrados oficialmente 30 (trinta) partidos.
Nos últimos dez anos foram criados: o Partido Republicano Brasileiro (PRB) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ambos em 2005, o Partido da República (PR) em 2006, o Partido Social Democrático (PSD) e o Partido Pátria Livre (PPL) em 2011 e o Partido Ecológico Nacional (PEN) em 2012.
São tantas siglas nesse “mercado”, que na busca desesperada por novos nichos de “consumidores”, eleitores, os políticos já começam a deixar de lado os termos como: Democracia, Socialismo, República, Liberdade, Trabalhista... e passam a se utilizar de termos como: Verde, Sustentabilidade, Ecologia, Solidariedade e sabe-se lá até onde vai a criatividade desse pessoal que está sempre bem assessorado por marketeiros profissionais.
Como se os trinta partidos oficiais de hoje não fossem suficientes para enojar o eleitor, a Marina Silva, a quem admiro pela história de vida, luta para introduzir mais um; o Rede Sustentabilidade, que de acordo com as nomenclaturas atuais deverá se popularizar como PRS.
Seguindo a tendência do mercado, o ex-sindicalista Paulo Pereira da Silva, popularmente conhecido como Paulinho da Força por sua atuação na direção da Força Sindical, depois de anos na direção do PDT, também está correndo atrás de apoio para criar o seu próprio partido, o Solidadriedade ou PS, como deverá se chamar caso venha a ser criado.
Voltando às manifestações populares iniciadas em junho desse ano, motivadas inicialmente pelos reajustes das passagens do transporte público e a busca pelo passe livre, e, posteriormente aderidas por outros seguimentos, lembro que muitos dos manifestantes se diziam a partidários; o que acabou gerando algumas discussões na mídia, por se considerar que a ausência de partidos caracterizaria fascismo.
Naturalmente não sou especialista no assunto, porém, não vejo dessa forma.
De acordo com o regime político brasileiro atual, conforme o Capítulo IV, artigo 14, Parágrafo 3º, inciso V da Constituição Brasileira, entre as condições de elegibilidade, ou seja, para concorrer a um cargo político o candidato precisa estar filiado a um partido.
No entanto, essa mesma constituição que foi promulgada em 05/10/1988, hoje mais parece uma colcha de retalhos, mediante a quantidade de emendas que já recebeu.
De forma que baste uma dessas PEC’s (Pedido de Emenda Constitucional), que são tão comuns em Brasília, para desobrigar a filiação partidária; trocando essa filiação por um registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
E é importante lembrar que esse registro de candidatura no TSE já é obrigatório e é efetuado pelos partidos, quando lançam um candidato nos períodos eleitorais, o que torna o partido apenas uma espécie de intermediário entre o candidato e o órgão que normaliza sua candidatura.
A extinção dos partidos a meu ver não significa implantação de regime fascista; basta que se tire de uma lista de candidatos oficialmente registrados no TSE para concorrer a uma cadeira no legislativo (Senadores, Deputados e Vereadores), os mais votados pelos eleitores, para assumir a titularidade, as cadeiras disponíveis; e na seqüência de votados, os respectivos suplentes.
Para o executivo (Presidente, Governador e Prefeito) pode-se utilizar o mesmo processo, porém, com obrigatoriedade de segundo turno entre os dois mais votados; apenas para que os eleitores decidam quem dos dois será o titular, ficando o outro como vice.
Portanto, a ausência de partido além de não tornar o regime de governo fascista, fortalece a Democracia, pois, coloca no poder os mais votados pelos eleitores, acaba com os fatores eleitoral e partidário, e mantém o regime Democrático Parlamentarista.
Diga-se de passagem, dentro da prometida Reforma Política, já se falou na possibilidade de candidatura independente, sem filiação partidária.
É evidente que para os proprietários de partidos esse assunte deve ser esquecido; porém, se a Reforma Política acontecer e abrir esse precedente, em pouco tempo a grande maioria dos políticos estará se desfiliando de seus partidos e partindo para candidaturas independentes a fim de conquistar os novos eleitores.
Ai, o mercado de partidos vai desvalorizar, será o fim dos partidos políticos.
Será?
Seria uma vitória da população?
O que seria feito com a grana do fundo partidário que é distribuída para os partidos?
E como ficaria o horário eleitoral obrigatório?
Sinceramente, você acha que eu estou delirando?
Comente, entre em contato, dê sua opinião.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Estados Unidos - Paizão do planeta

Há tempos os Estados Unidos se considera o paizão do planeta.
O país vive interferindo nos governos alheios e enquanto se faz campanhas contra violência e guerras os americanos não conseguem viver longe de um conflito armado.
Como o forte da industria americana é a industria bélica, o que parece é que os americanos precisam das guerras para continuar produzindo as armas.
Ninguém em sã consciência pode ser a favor de uma Ditadura nem da violência contra inocentes; mas, antes de se invadir uma nação legitima, é preciso ter certeza de que a intervenção será benéfica para seu povo.
A Organização das Nações Unidas (ONU) deveria ser respeitada, o que não tem sido quando o governo americano se sente no direito de desobedecer e agir por conta própria, como ocorreu com a invasão do Iraque, com base numa acusação que não se confirmou.
Agora, a bola da vez para o governo americano é a Síria sob a acusação de uso de armas química, mesma acusação que foi feita ao Iraque. 

Com essa mania de se achar o responsável pelo planeta o governo americano se sente no direito de invadir a privacidade de outros governos, inclusive o governo brasileiro, como mostra a matéria do site bbc a seguir.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/09/130902_dilma_espionagem_reacao_dg.shtml

sábado, 24 de agosto de 2013

Agora é norma; protestar pode, esconder a cara não

Desde o inicio dos protestos, eu tenho questionado aqui, a ação de pessoas mascaradas ou com rostos cobertos, que se valem desses artifícios para destruir patrimônios alheios e saquear lojas.
Como já disse antes, na minha visão, não são manifestantes, são bandidos.
Também não entendo a reação contrarias a ação da policia contra esses infratores.
Nessa quinta-feira(22), finalmente alguém resolveu se valer da nossa lei máxima, a Constituição Brasileira, que é muito clara quando trata dos direitos e deveres fundamentais.
A atitude da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco (SDS) de solicitar identificação de quem utilizar máscaras em protestos, poderia ter sido tomada há muito tempo, nos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, onde os protestos foram mais freqüentes e as badernas mais intensas.
Foto Google
Com base no Titulo II, Capítulo I, Artigo 5º, Parágrafo IV da Constituição Brasileira, que diz: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”; a Secretaria, através do titular da pasta Wilson Damázio teve uma atitude corajosa, que será certamente uma medida importante para por ordem nas manifestações, de forma a contribuir com as pessoas que vão às ruas com o legítimo propósito, de cobrar das autoridades, justamente o que a Constituição nos garante: direitos e garantias fundamentais.
Não se discute o direito de protestar, de reivindicar, de cobrar das autoridades, lisura no uso da função pública; no entanto, quem se dispõe a lutar pelo bem da sociedade, não tem vergonha nem medo de mostrar a cara.

Quem se esconde, o faz porque sabe que seus atos não serão bem vistos pela sociedade.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Corinthians põe o Luverdense no cenário do futebol mundial

Quando ocorreu o sorteio para formar os confrontos nessa fase da Copa do Brasil, provavelmente muitos torcedores e times torceram para ter como adversária uma das duas surpresas desta fase da competição, o Salgueiro do estado de Pernambuco e Luverdense do estado do Matogrosso.
Os “contemplados” foram respectivamente, Internacional e Corinthians. O Inter pega o Salgueiro nessa quinta-feira no Rio Grande do Sul e depois do que aconteceu com o time paulista nessa quarta-feira em Matogrosso, o time gaucho deve ser cauteloso diante de seu adversário.
O Corinthians por sua vez não se precaveu e acabou descobrindo que, o que para muitos parecia ser um adversário fácil, se transformou em um pesadelo, pelo menos até a próxima semana quando as equipes farão a partida de volta no Pacaembu em São Paulo.
O timão além de apresentar um futebol longe daquele que o levou ao título do mundial interclubes, ainda encontrou um adversário bem armado na defesa e com um bom toque de bola.
O Luverdense não se intimidou diante do atual campeão mundial e no final ainda fez o que nem o mais pessimista dos Corintianos ousaria imaginar, venceu o timão por 1 a 0.
Por se tratar de uma partida envolvendo o atual campeão mundial e uma equipe da terceira divisão do futebol brasileiro, o fato deve ganhar repercussão na mídia esportiva internacional.
O gol do time mato-grossense foi marcado pelo Misael que ajeitou a bola com mão aos 44 minutos do segundo tempo para chutar a gol, o que deve ter deixado feliz o torcedor do Coritiba, já que no último final de semana o Corinthians venceu o time paranaense em São Paulo pelo brasileirão com um gol de pênalti inexistente.
Na partida de volta no Pacaembu na próxima semana o Corinthians precisa vencer o Luverdense por mais de um gol para passar à próxima fase, uma vitória simples levará a decisão às penalidades; ao Luverdense basta um empate para continuar na competição.